quinta-feira, 25 de abril de 2013

Prefeitura inicia fiscalização de ambulantes em Florianópolis

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Fiscais da Prefeitura de Florianópolis, com apoio da Guarda Municipal e Polícia Militar, iniciaram uma fiscalização para orientar o trabalho dos ambulantes no centro da capital. A ação iniciou nesta quinta-feira (25) e tem como objetivo orientar e conscientizar os vendedores que não estão autorizados a comercializar produtos no meio da rua da cidade.
De acordo com um decreto assinado pelo Prefeito Cesar Souza Júnior, maior parte das licenças dos ambulantes que comercializam produtos industrializados ou semi-industrialziados foi revogada. Apenas 32 continuam autorizados a fazer a comercialização dos produtos na região central de Florianópolis. Segundo o secretário executivo de Serviços Públicos, Acácio Garibaldi, eles foram selecionados com base na situação financeira. “Os mais carentes continuaram autorizados”, destaca o secretário.

O objetivo da ação é disciplinar o comércio de mercadorias por ambulantes no centro da capital. “Alguns comerciantes reclamavam da concorrência desleal existente”, argumenta Garibaldi.

A fiscalização iniciou nesta quinta-feira (25) e deve ser contínua, conforme o secretário executivo de Serviços Públicos. Sete equipes de fiscais, com apoio da PM e Guarda Municipal se revezam na orientação dos ambulantes. A Polícia Militar está responsável pelo Terminal Cidade de Florianópolis. Desde cedo, cinco policiais abordam os ambulantes que tentam montar seus comércios na região. “Está sendo feita uma intervenção individual. Os policiais se posicionaram antes da chegada dos ambulantes e, à medida em que chegarem, eles orientaram os ambulantes e não deixam eles se instalarem”, explica o comandante do 4º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel, Araújo Gomes.

Entre os produtos que ainda podem ser comercializados por ambulantes, desde que devidamente autorizados, estão panos de prato, meias, relógios, despertadores, pilhas, controles remotos, carregadores universais, brinquedos, entre outros. Vendedores de alimentos, como milho, cocada, pipca, pinhão e cachorro-quente têm uma autorização especial e não estão incluídos no decreto assinado pelo prefeito.

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